“Garanta seu emprego que eu garanto minha dignidade”

Censura, para muitas pessoas isso pode soar como discurso forçado e fora da nossa realidade, porem dois fatos essa semana trouxeram de volta a sombra que ronda o governo atual.

 

PT tenta adotar no Ceará teses da Confecom sobre controle da mídia

Carmen Pompeu ESPECIAL PARA O ESTADO FORTALEZA - O Estado de S.Paulo

A Assembleia Legislativa do Ceará aprovou, por unanimidade, projeto que cria o Conselho de Comunicação Social do Estado (Cecs). Conforme o texto, o conselho vai integrar a Secretaria da Casa Civil do Estado, tendo por finalidade formular e acompanhar a execução da política estadual de comunicação, exercendo funções consultivas, normativas, fiscalizadoras e deliberativas.

De acordo com autora do projeto, deputada Rachel Marques (PT), a proposta foi formulada a partir das deliberações das conferências estaduais e da 1.ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom).(…)

Clique aqui para ler a matéria completa.

O Jornalista Paulo Behrings, da TV Brasil Central de Goiás foi hit do YouTube nos últimos dias por pedir demissão ao vivo depois de ter sido censurado pela direção da emissora.

Assistam o vídeo, ele dispensa maiores explicações.

 

Esse é “pica das galáxias” hein?!

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Resenha #2 [SHIKE - Robert Shea]

Shike é uma obra do escritor Robert Shea composta por dois volumes, “O Tempo dos Dragões” e “O Ultimo Zinja” e tem como pano de fundo o Japão do século XII na transição do governo imperial para o período conhecido como xogunato (ou bakufu em japonês).

 

Um romance completo, com personagens muito bem desenvolvidos e profundados com todas as contradições de uma pessoa real. Durante as paginas da historia desenvolvemos uma relação de companheirismo com o Zinja Jebu, o carpinteiro Moko, o general Yukio, passamos a entender o anseio de destruição do Tarkhan Arghum Baghadur e principalmente a admirar o sábio Abade Taitaro (meu personagem favorito).

 

Romance, aventura, intrigas, reviravoltas, ou seja, todos os ingredientes de um bom livro de ficção estão presentes nessa obra.

 

O Autor:

 

Robert Shea é americano e nunca fez muito sucesso no Brasil, talvez por isso só seja possível encontrar suas obras em sebos e afins. Sua estreia no mundo literário já fui um sucesso com a “The Illuminatus! Trilogy” (sem versão em português) em parceria com Robert Anton Wilson na década de 70. Mas foi na década de 80 que ele escreveu os dois livros que tanto me fascinam:

 

O Tempo dos Dragões (1981)

 

n45086

 

Logo nas primeiras paginas somos apresentados ao personagem principal da obra Jebu, um jovem aluno de um seita secreta chamada de Zinjas em sua cerimonia de iniciação.

 

Em varias partes dos livros conhecemos pontos da doutrina zinja através dos pensamentos de Jebu ou de citações do Manual Zinja, citações profundas em grande parte aproveitáveis nos tempos modernos.

 

Agir esta ao alcance de todas as pessoas. Garantir o sucesso de um ato não esta a alcance de ninguém. Logo, se for vitorioso, não fique orgulhoso, se for derrotado não fique arrasado. Um guerreiro que se preocupa com vitorias e derrotas não tem valor.

O Manual Zinja

 

O primeiro livro narra o começo das aventuras de Jebu que em sua primeira missão conhece o grande amor de sua vida a jovem de família abastada Shima no Taniko.

 

É também no primeiro volume que sua historia se liga a família samurai Muratomo (A família realmente existiu só que o nome era Minamoto) no período de luta com a família rival Takashi (Taira na vida real) até a sua ida para o exilio na China em companhia do herdeiro do clã derrotado.

 

O Ultimo Zinja (1981)

 

n27444

 

Lançado apenas um mês depois do primeiro volume, trás a conclusão da historia do Shike Jebu.

 

O Ultimo Zinja trata da volta das tropas japonesas Muratomo depois do período de exilio na China e na Mongólia, sob o comando de um agora veterano e poderoso Yukio o exercito desembarca no Japão disposto a trazer a guerra a seus inimigos históricos, os Takashi, dando inicio ao governo Bukufa (ou xogunato).

 

Temos também os derradeiros esforços de Jebu e Taniko para ficarem juntos apesar de seu amor proibido.

 

O livro fecha muito bem todas as pontas abertas pelo primeiro volume, com os personagens tendo finais compatíveis com a personalidade que foi construída durante toda a obra.

 

Uma curiosidade: O personagem Muratomo no Yukio, foi inspirado no general Minamoto no Yoshitsune, e o monge Jebu em Saitō Musashibō Benkei.

 

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Resumindo, eu sou um fã da obra e recomendo para todos que gostam de ficção histórica ou simplesmente de bons livros.

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Pensamento da Semana

Há certo gosto em pensar sozinho. É ato individual, como nascer e morrer.

Carlos Drummond de Andrade

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Comedia em Pé - Danilo Gentili

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A Lista dos Artistas e Intelectuais de Dilma


Todos nos assistimos ou pelo menos ouvimos alguém comentar como Dilma tinha o apoio dos maiores artistas e "intelectuais" do país, num manifesto que reunia 10.000 assinaturas em prou da candidata do governo.

Mas como tudo que cerca o PT, essa historia também não é bem assim:

Primeiro foi José Padilha, o popular diretor da franquia Tropa de Elite (vale a ida ao cinema) que disse que não assinou manifesto algum e que seu nome constava da lista incorretamente já que não apoiá nenhum candidato nestas eleições e que no primeiro turno tinha votado em Marina Silva (a nota pode ser lida aqui).

E agora, o jornalista da revista Veja que assina a coluna Radar OnLine ao tentar ter acesso a lista se deparou com uma "pequena" dificuldade, NÃO EXISTE UMA LISTA:


No início da semana, foi anunciado no Rio de Janeiro um manifesto de 10 000 artistas e intelectuais pró-Dilma Rousseff. (...) 
Em busca do acesso à lista integral de apoiadores de Dilma, o Radar procurou a campanha petista. A assessoria respondeu que apenas o sociólogo Emir Sader, idealizador do manifesto, poderia fornecer o tal manifesto.
Radar, então, ligou para Sader e fez o mesmo pedido. O sociólogo, no entanto, afirmou que não tem condições de divulgar os nomes pois ainda está organizando a lista.
Por enquanto, portanto, a tal lista é ficção. Ou seja, quando anunciaram os tais 10 000 “artistas e intelectuais” não os tinham, não eram capaz de mostrá-los.


 Leia direto na fonte aqui.


É a famosa máxima da propaganda podre: "Uma mentira contada insistentemente acaba se passando por verdade". 

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